Com a intenção de fechar essa lacuna, diversas iniciativas estão sendo propostas para fomentar a colaboração entre startups e empresas estabelecidas nos dois continentes. Eventos de networking, programas de intercâmbio e fundos de investimento conjuntos estão em pauta, visando compartilhar conhecimentos e recursos. A ideia é que, ao combinar a criatividade europeia com o capital e a velocidade de implementação norte-americanos, seja possível acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras em IA, beneficiando ambos os mercados.
Além disso, a regulação da IA na Europa, que tende a ser mais rigorosa, pode servir como um modelo para a formação de diretrizes que assegurem o uso responsável da tecnologia. A criação de padrões comuns pode facilitar a adoção de soluções em larga escala e promover um ambiente de confiança para investidores. Assim, a união dos esforços entre as duas regiões não apenas ajudaria a equilibrar os investimentos, mas também estabeleceria um novo paradigma para a inovação em inteligência artificial globalmente.